Dra Alla, a cirurgiã mais velha do mundo

Profissão por amor: aos 91 anos, cirurgiã mais velha do mundo faz cerca de quatro operações por dia

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Com o envelhecimento da população mundial, é cada vez mais comum que idosos continuem ativos no mercado de trabalho, mesmo após a aposentadoria.

Na juventude, ao finalizar o ensino médio e encarar os desafios de uma vida adulta futura, precisamos tomar a decisão e escolher a carreira que desejamos seguir e nos dedicar ao menos por 30 anos das nossas vidas.  Por isso, desde cedo imaginamos a sonhada profissão e todos os seus benefícios.

Quando crianças, então, pensamos em ser advogados, médicos, bombeiros, modelo, professor, chefe de cozinha e muito mais. Sem pensar em que um dia chegaremos ao ponto da aposentadoria.

Contudo, a vida adulta chega e com ela a possível quebra de expectativa com aquela profissão dos sonhos. A rotina, muitas vezes, contribui negativamente na realização das nossas atividades diárias e nos faz, cada vez mais, contar os anos que faltam para finalizar a contribuição com o INSS e outras previdências.

Porém, há pessoas que, desde a juventude até a terceira idade permanecem amando a profissão que escolheram para exercer, o que as fazem construir uma carreira de muita dedicação, aptidão e carinho.

Desse modo, exemplos como os da senhora cirurgiã de 91 anos vão ganhando mais destaque com o passar dos anos, deixando de serem exceções e se tornando uma realidade comum.

Assim, se você é idoso e ama o trabalho que escolheu para seguir carreira, separamos uma matéria especial para você. Neste post, contaremos a inspiradora história da Doutora Alla Ilyinichna Levushkina de 91 anos, além de explicarmos os benefícios de seguir ativo após a aposentadoria. Acompanhe abaixo o conteúdo:

A história da cirurgiã mais velha do mundo, a Doutora Alla Ilyinichna Levushkina

A proctologista e cirurgiã mais velha do mundo em exercício se chama Alla IIyinichna Leuvushkina e tem 91 anos de idade. Essa idosa ficou famosa por não só continuar em atividade em sua profissão, mas também por conseguir realizar, em média, quatro cirurgias por dia apesar da idade avançada.

Essa alegre médica anciã trabalha em um hospital no centro da cidade de Rayzan, próximo a capital da Rússia. Ela afirma que nunca perdeu nenhum paciente durante seus procedimentos e que já salvou vidas negligenciadas por outros médicos.

Para a talentosa médica sênior, permanecer em sua profissão, mesmo com a possibilidade de aposentadoria, permitiu que ela salvasse mais vidas e que essas pessoas pudessem viver mais e constituir família, casando-se e tendo filhos e netos.

“Eu não tenho nenhuma vontade de me aposentar. Ser médica para mim não é uma profissão, é uma forma de vida”, afirmou a senhora em entrevista ao jornal britânico The Mirror.

As mãos e as técnicas médicas da idosa já conseguiram realizar mais de 10 mil cirurgias em 67 anos de carreira. Para manter tais feitos, Alla acorda cedo e chega às 8h no centro hospitalar e começa a realizar os procedimentos um pouco antes das 11h da manhã, mesmo que o dia anterior tenha sido cansativo.

A idosa afirma, ainda, que não tem nenhuma intenção de se aposentar e que, para manter sua vida ativa, ela apenas come de tudo, ri e chora muito, indicando que não existe nenhum segredo para a sua longevidade, a não ser o amor pela profissão.

Benefícios de trabalhar após a aposentadoria      

Se você, vovô ou vovó, se encaixa no perfil de Alla e ama a sua profissão, saiba que, no Brasil, esse cenário também é possível. Inclusive, há uma grande taxa de pessoas na terceira idade que escolheram, por diferentes razões, continuar a trabalhar após a aposentadoria.

Um dos motivos para isso acontecer é poder conciliar os benefícios de uma vida de trabalho com o dinheiro da aposentadoria pelo INSS.

Desse modo, o fator financeiro é a principal vantagem motivadora da permanência da terceira idade em suas carreiras. Isso porque o valor recebido por mês após a aposentadoria, muitas vezes, não é suficiente para o idoso manter a qualidade de vida que tinha, ou, até mesmo, para comprar seus medicamentos.

Assim, o trabalho entra como um benefício financeiro, ajudando a complementar a renda, evitando assim, que o mais velho tenha complicações com as contas mensais. Além disso, alguns idosos que gostam de uma vida mais luxuosa mantêm o emprego com o objetivo de possibilitar viagens e algumas regalias que só a aposentadoria não iria garantir.

Outro benefício de permanecer ativo na terceira idade é a fuga da solidão e do sedentarismo. Muitos idosos depois que se aposentam não costumam procurar outra atividade para preencher os seus dias e acabam ficando em casa sozinhos e tornando-se sedentários.

Assim, os seniores que assim como Alla continuam com disposição para acordar cedo e ir trabalhar, evitam que doenças causadas pela falta de movimentação apareçam. Dessa forma, é possível manter uma vida mais saudável e feliz.

Podemos perceber então, que o trabalho é benéfico para a terceira idade, ainda mais para aqueles que amam sua profissão e a exercem com carinho, aptidão e dedicação.

E você, o que achou da história da Doutora Alla Ilyinichna Levushkina? Deixe sua opinião nos comentários!

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