Incontinência urinária em idosos

Incontinência urinária na terceira idade: como tratar?

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A incontinência urinária é um problema que, se não tratado, pode gerar uma série de constrangimentos para o mais velho e, até mesmo, o desenvolvimento de depressão. Desse modo, estar atento aos sintomas e acionar a ajuda médica são essenciais para reverter esse quadro.

Envelhecer é um processo natural da vida que apresenta benefícios e malefícios, assim como as outras etapas do crescimento pela qual passamos, tais como a juventude e a fase adulta. Assim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, doenças não são inerentes a uma idade específica.

O que acontece é que, em algumas faixas etárias, há uma maior propensão de alguma enfermidade surgir, e em outros casos, alguns fatores como herança genética ou até mesmo o sexo biológico podem contribuir para isso.

Seguindo esse pensamento, a incontinência urinária, enfermidade que causa a perda involuntária de urina, não deve ser associada à velhice. Isso porque ela é mais comum do que se imagina e também atinge jovens adultos. Além disso, essa doença possui tratamento.

Por isso, é preciso reconhecer os sintomas e os tipos de incontinência urinária. Além disso, é necessário estar consciente das suas causas e possibilidades de tratamento, que podem acabar com o mito de que, na terceira idade, a incontinência é inevitável.

Assim, nesta matéria, iremos abordar os motivos do desenvolvimento dessa perda involuntária de urina. Além disso, iremos explicar como o diagnóstico é realizado, além de outros tópicos importantes sobre esse assunto.

Causas da incontinência urinária

A motivação para a ocorrência da incontinência urinária normalmente está associada ao estresse ou à pressão feita na bexiga do mais velho. Desse modo, qualquer movimentação que atinja o sistema nervoso responsável pelo controle da urina pela bexiga pode desencadear a doença. Entretanto, além desses motivos, existem outros que também são capazes de desencadear a incontinência urinária nos mais velhos. Veja a seguir:

  • Alterações físicas: gravidez, parto, velhice, menopausa, aumento da próstata, enfraquecimento dos músculos pélvicos e distúrbios neurológicos como Parkinson, AVC e esclerose múltipla, que são comuns à terceira idade;
  • Condição médica temporária ou tratável: prisão de ventre, estresse emocional e infecção, inclusive na área responsável pelo trato urinário;
  • Produtos diuréticos: o uso ou o consumo de produtos que estimulam a produção de urina ou o aumento da bexiga podem ocasionar a incontinência urinaria. Esses desencadeadores são as bebidas alcoólicas, refrigerantes, grandes quantidades de vitamina B e C, adoçantes não naturais, cafeína e muitos outros;
  • Ingestão de líquidos em excesso: a ingestão hídrica em excesso também pode causar incontinência urinária, pois aumenta a produção de urina.

A incontinência urinária e os seus tipos

Essa perda de urina involuntária não ocorre apenas de uma forma, nem aparece somente em pessoas com mais de 50 anos. Dessa forma, a incontinência pode surgir de quatro modos diferentes. Além disso, ela pode atingir, dependendo do tipo, várias faixas etárias:

1) De esforço

A incontinência urinária de esforço é o tipo mais comum em pessoas maduras. Isso porque na terceira idade, a força muscular pélvica diminui consideravelmente. Por esse motivo, o indivíduo não consegue segurar a urina em ocasiões em que esse ato seria bastante fácil.

Assim, quando o mais velho espirra, tosse, ri, levanta, sobe escadas, realiza atividades físicas ou qualquer tipo de movimentação que pressiona ou causa estresse na bexiga, pode ocorrer perda de urina.

2) De emergência

Como o próprio nome sugere, a incontinência urinária de emergência acontece em momentos em que o jovem, o adulto ou sênior sente um desejo muito forte de urinar. Por ser a vontade de urinar tão grande e urgente, a pessoa não consegue chegar ao banheiro a tempo.

3) Por transbordamento

O transbordamento é o tipo de perda urinária ocasionada por uma bexiga constantemente cheia, que não esvazia mesmo depois do mais velho ir ao banheiro por várias vezes seguidas. Desse modo, o “depósito de xixi” não consegue ficar vazio e acaba gerando pequenos gotejamentos.

4) Funcional

A incontinência urinária funcional acontece com pessoas com mobilidade reduzida. Ou seja, aqueles indivíduos que têm dificuldade ou não conseguem se locomover sem a ajuda de terceiros. Esse é o caso de pacientes acamados e portadores de doenças reumáticas como artrite e artrose, por exemplo.

Possíveis sintomas

Os sintomas da incontinência urinária podem variar de acordo com cada caso específico. Em geral, os sinais apresentados pelas pessoas que possuem incontinência são:

  • Vazamentos em pequenas quantidades durante o dia e perda da urina à noite, quando a pessoa está dormindo;
  • Aumento da vontade de urinar, incluindo desejos muito fortes e incontroláveis;
  • Necessidade de fazer esforço para conseguir urinar, acompanhado de uma sensação contínua de bexiga cheia.

Diagnóstico da incontinência urinária

Para fazer o diagnóstico da incontinência urinária, o mais velho deve procurar um clínico geral, um geriatra, um ginecologista ou um urologista. Todos esses especialistas conseguem identificar se o paciente possui ou não a doença.

Na consulta, os médicos irão fazer uma série de perguntas sobre os sintomas e o tempo de surgimento. Além disso, indicarão exames de urina e outros testes específicos para a identificação do problema.

Tratamentos para a incontinência urinária na terceira idade

Caso o sênior seja diagnosticado com incontinência urinária, existe a possibilidade de tratamento. Os cuidados necessários serão indicados pelo médico. Contudo, fizemos uma pequena lista apontando os métodos que podem ser utilizados no processo de tratamento:

1) Remédios

Se o médico responsável pelo diagnóstico da incontinência no mais velho achar pertinente indicar um medicamento para tratar o problema, os remédios da lista podem incluir o estrogênio tópico, o mirabegron e os anticolinérgicos.

Mas é importante sempre seguir a prescrição médica e não se automedicar. Além disso, não aumente ou diminua o número das doses sem a recomendação, pois isso pode ocasionar a não resolução do problema.

2) Estimulação elétrica

Outra forma de tratar a incontinência urinária nos seniores é por meio da estimulação elétrica. Desse modo, eletrodos são, por um tempo breve, inseridos no reto ou na vagina a fim de fortalecer os músculos pélvicos.

3) Mudança de hábitos

Às vezes, a simples mudança de alguns hábitos rotineiros pode contribuir para o fim da incontinência urinária, como por exemplo:

  • Ir ao banheiro em intervalos menores, como de hora em hora;
  • Evitar bebidas diuréticas, como refrigerantes, bebidas alcoólicas, café e chás preto e verde.

Convivendo com a incontinência urinária

Existem no mercado produtos de higiene apropriados para quem sofre com a incontinência urinária. Eles atuam paralelamente aos tratamentos para oferecer à pessoa acometida pela doença melhor qualidade de vida. São as fraldas geriátricas e os absorventes para incontinência.

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Reconhecer e iniciar o tratamento da incontinência urinária é muito importante para manter a qualidade de vida dos seniores. Conhece alguma pessoa da terceira idade que passa por esse problema? Então indique a ela um médico especialista e não deixe de compartilhar essa matéria em suas redes sociais.

Fontes:

https://www.nia.nih.gov/health/urinary-incontinence-older-adults#happening

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-86502003001200018

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